Correr naqueles dias
Mulheres leitoras deste blog com certeza entenderam o título... Pois bem, o problema, pelo menos para mim, não é correr menstruada. O pior de tudo é correr na TPM (Tensão Pré-Menstrual). Algumas mulheres têm a sorte de não sofrer dessa síndrome, mas eu não tenho. Às vésperas de virar 'mocinha', padeço de inchaço, retenção de líquido, dor de cabeça e dor nas pernas, entre outros sintomas bizarros... A corrida, bem como a prática esportiva, melhora esses sintomas, mas há meses, no entanto, que os hormônios estão vingativos, e nada que se faça, de esporte à dieta, dá resultado. Pois bem, corri minha última prova numa dessas terríveis TPMs... O resultado foi que, ainda que tenha adorado a prova, ela me custou um sofrimento -- o que eu odeio, visto que corro para ter prazer. Fiquei tão podrinha, que levei quase duas horas para chegar em casa, pós-corrida. Depois ainda demorei mais uma hora para tomar banho e pedi ajuda da minha mãe para pentear o cabelo. Só fui ficando melhorzinha no final do dia, graças aos cuidados da mamãe e do papai... pq nessas horas, só sendo muito mimada mesmo... Mas isso serve de lição: nesses dias devo correr, mas não competir... Uma das coisas mais importantes que atletas e esportivas amadores devem aprender é ler os sinais do próprio corpo.
Escrito por Lu às 17h14
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Tecnologia x custo-benefício
A tecnologia, cada vez mais, permeia à pratica esportiva. Ela é mais visível nos tênis, que agora têm todo tipo de amortecimento e alguns chegam a ter até mais força de impulso.
Mas não são só os pés dos atletas que recebem atenção especial. Os tecidos estão cada vez mais inteligentes, com propriedades para ajudar a evaporar o suor mais rápido ou proteger a pele dos raios ultravioletas.
Com a tecnologia, no entanto, as roupas esportivas ficam muito mais caras e a pergunta que não quer calar é: vale a pena? Um corredor amigo testou uma dessas camisetas high tech, numa prova em que correu pouco mais de 11 km. O modelo testado pelo Léo foi da Doox. Segundo o fabricante, trata-se de uma camiseta feita com a tecnologia ActSystem e UV Protection, que, entre as façanhas, promete proteger do sol e da ação de bactérias que causam fedô e facilitar a transpiração, uma vez que o suor é conduzido para o lado de fora da camiseta.
Veja a opinião do corredor: “Trata-se de um tecido mais grosso, que os tecidos das camisetas que as assessorias costumam entregar nas provas. Por isso, até esquenta um pouco mais, mas nada que tenha incomodado durante a corrida. Em relação à proteção solar, é muito difícil de definir. Na minha opinião, qualquer tecido sobre a pele, protege, basta você sair de camiseta regata em um dia de sol, que será possivel observar ao final do dia a diferença de pele da área coberta e da área descoberta. A questão que fica é: até que ponto esse tecido com proteção solar protege mais que os outros?” Publicarei outros posts com opiniões de outros corredores sobre esse material, bem como outros.
Escrito por Lu às 17h06
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A glória de correr em equipe
E ontem eu corri a 17ª Maratona de Revezamento Pão de Açúcar, tradicionalíssima prova de corrida do calendário paulistano.
Contrariando a previsão do tempo, estava uma manhã maravilhosa para correr: 22 graus e até um solzinho maroto esquentando ainda mais o clima. Mas vamos considerar que, mesmo que estivesse frio, o clima seria “quente”: 30 mil atletas fazendo uma verdadeira festa ali nas proximidades do parque do Ibirapuera. Foi show!
Eu fui como atleta convidada – saiba mais no post abaixo – e corri numa equipe de quatro corredores. Meus colegas de equipe eram funcionários do Pão de Açúcar, e também corredores experientes: todos correm 10 km em menos de 50 minutos! Eu era a “café com leite” do grupo, mas eles, muito fofos, me trataram super bem e me acolheram na equipe.
Fui a terceira a correr e, graças à rapidez dos anteriores, já estava correndo antes das 9h da manhã – a corrida começou às 7h. Fiz o percurso de 10 km e 125 m em pouco mais de uma hora, um tempo bastante bom para mim.
Além da alegria de correr numa festa tão bonita, tenho que destacar a organização da prova: os postos de troca, pelos menos das equipes com quatro integrantes, estavam bem distribuídos. Sendo assim, não havia confusão para revezar – e eram 30 mil atletas! Outro ponto alto foi que, já durante a corrida, garotos recolhiam os copos plásticos e embalagens de gel que os corredores jogavam no chão. Nunca corri uma corrida tão limpinha! A cidade, por sua vez, agradece.
A 17ª Maratona de Revezamento, este ano, também integrou as atividades da Virada Cultural, promovida pela Prefeitura de São Paulo. Dois grandes eventos de estímulo à prática esportiva.
Encontrei vários amigos do meu grupo de corrida e ainda fiz novas amizades. Uma felicidade só!
Ainda não saiu o resultado oficial, mas eu já estou bem ansiosa. Com essa equipe de super corredores, devo ter feito um tempo, em grupo, muito bom e nós, inclusive, devemos ter pegado uma boa colocação. Tomara! A ver...
Por ora, aproveito para agradecer o convite para participar da prova, agradecer também minha querida amiga Cris, que fez o “meio de campo” para rolar o convite e agradecer o Léo, que me ajuda a pular da cama muito cedo e ainda me dá carona – é um fofo! Em tempo: a equipe de oito atletas do Pão de Açúcar BM&FBovespa, que conta no staff com ninguém mais ninguém menos que Marilson dos Santos, levou o primeiro lugar, ao cruzar a linha de chegada em 2h8m57s.
 Crédito: Foto Divulgação 17a Maratona de Revezamento Pão de Açúcar
Escrito por Lu às 16h51
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